Perguntas frequentes
Parasitas externos

Com que frequência devo desparasitar o meu animal de estimação contra parasitas externos (pulgas, carraças, mosquitos, moscas, piolhos, ácaros)?

A frequência de desparasitação depende do estilo de vida do animal. Por favor, consulte a secção Tratamento, frequência e duração, imediatamente abaixo.

Recomendamos que consulte sempre o seu veterinário para obter mais informações.

Os parasitas podem transmitir doenças infecciosas aos animais. Algumas dessas doenças não têm cura definitiva (possibilidade de recidivas), pelo que a prevenção, através do uso de desparasitantes de acordo com as regras básicas recomendadas, é o melhor remédio.

Tratamento, frequência e duração

A fim de minimizar a possibilidade do seu animal de estimação desenvolver um problema sério com parasitas externos com parasitas externos, a Bayer recomenda a desparasitação de cães/gatos

  • contra pulgas: todo o ano.
  • contra carraças, mosquitos, flebótomos: antes do aparecimento destes parasitas e até ao seu desaparecimento, dependendo da zona geográfica pode ser de Março a Setembro, ou mesmo todo o ano.

Aconselhe-se com o seu Médico Veterinário para estabelecer um Programa Completo de Proteção Antiparasitária. Não se esqueça que só com a sua implementação estará a proteger os seus animais e a si mesmo. Para mais informações consulte a página Proteção completa.

Existem diversos tratamentos disponíveis no mercado contra parasitas externos, desde pipetas, coleiras, champôs, pós, sprays a comprimidos. Sugerimos que peça ao seu veterinário para recomendar um desparasitante de amplo espetro que cubra todos os parasitas externos comuns em cães ou gatos.

As pipetas normalmente são de aplicação mensal (a cada 4 semanas).

Os comprimidos normalmente são de administração mensal (a cada 4 semanas).

As coleiras normalmente duram alguns meses, dependendo da marca podem ir até aos 8 meses.

Os champôs, pós e sprays normalmente eliminam os parasitas que se encontram no animal no momento, mas não têm efeito residual, ou seja, não previnem o aparecimento de reinfestações.

Os medicamentos em apresentação de pipeta são uma excelente opção, de fácil aplicação, não stressantes para os animais, que para além de pulgas (entre outros) podem inclusive eliminar parasitas vermes como lombrigas (ascarídeos).

Dicas para Tratamento

Pode acontecer obter o tratamento do seu animal contra parasitas externos no veterinário, e ser o próprio dono a administrá-lo. Qualquer desparasitante contém no interior um folheto informativo (bula). Consulte sempre o folheto informativo nomeadamente a seção Indicações e a seção Modo de administração.

De uma forma geral, as pipetas nos cães devem ser aplicadas da seguinte forma:

O cão deve ser mantido de pé para uma mais fácil aplicação. A totalidade do conteúdo da pipeta deve ser aplicada de forma uniforme em 1 ou até 4 pontos (dependendo do peso do cão) sobre a linha média das costas, partindo das omoplatas para a base da cauda. Em cada ponto afastar o pêlo do animal até a pele ser visível. Aplicar quando for possível sobre pele não lesada. Colocar o bico da pipeta sobre a pele e espremer suavemente de forma a vazar uma porção do conteúdo directamente na pele. Não aplicar uma quantidade de solução excessiva em qualquer destes pontos, uma vez que parte da solução pode escorrer pelo dorso do animal.

De uma forma geral, as coleiras nos cães e gatos devem ser aplicadas da seguinte forma:

Ajustar a coleira à volta do pescoço do animal sem apertar demasiado (como orientação, deve deixar-se uma folga suficiente de modo a que entre o pescoço e a coleira caibam 2 dedos). Puxar a coleira pela argola e cortar o excesso do comprimento deixando 2 cm a seguir à argola.

Se ainda assim tem dificuldade em administrar o tratamento, sugerimos que contate o seu veterinário para perguntar se uma das enfermeiras veterinárias / técnicos lhe mostram a melhor maneira de tratar o seu animal de estimação.

A maioria dos desparasitantes são aplicados de acordo com o peso. Pode levar o seu animal ao veterinário ou pode pesá-lo em casa. A maneira mais fácil de o fazer em casa é manter o animal nos seus braços, enquanto se pesam os dois e depois subtrair o seu próprio peso do total.

Porque devo desparasitar o meu gato ou cão regularmente se nunca teve pulgas ou carraças?

Se o seu cão ou gato nunca tiveram pulgas, podemos dizer que é um dono com sorte. Estas facilmente passam de animal para animal, ou mesmo o dono pode transportar para dentro de casa. As pulgas reproduzem-se muito rapidamente colocando 50 ovos por dia. Além do incómodo, são de difícil erradicação e podem inclusive causar problemas graves ao provocarem irritações, transmitirem agentes patogénicos e vermes. Para prevenir o aparecimento destes parasitas é importante proceder à aplicação regular de produtos eficazes e adequados, que eliminem as pulgas adultas (antes que possam pôr ovos), e de preferência que o façam por contacto, ou seja, que não seja necessário que as pulgas piquem os animais tratados para serem eliminadas (de modo a evitar as irritações). Clique aqui para mais informações 

É fácil os cães e em alguns casos os gatos apanharem carraças em zonas de vegetação, arbustos ou plantas em geral, pois são o seu local de espera para “apanhar” um hospedeiro. Mesmo os parques e jardins de cidade são potencialmente perigosos, apesar de no campo residir maior risco/perigo. É através da picada de carraças que pode ocorrer a transmissão de doenças . A prevenção é a melhor forma de evitar este problema, nomeadamente através de produtos com efeito acaricida e repelente. Apesar de existirem vacinas para algumas doenças transmitidas por carraças, recomendamos a prevenção através do uso de produtos antiparasitários com efeito repelente e acaricida (elimina as carraças). Clique aqui para mais informações

As pulgas e carraças existem só na Primavera e Verão?

Não. As Infestações de pulgas nos animais de companhia agora ocorrem durante todo o ano, e as infestações por carraças também ocorrem com mais frequência fora das épocas altas tradicionais. Como resultado, recomendamos tratamento preventivo contra pulgas e carraças durante todo o ano.

O meu cão/gato têm pulgas e carraças, será que os parasitas também estão na minha casa?

Eventualmente sim. Daí que recomendamos sempre a prevenção para evitar as infestações nos animais e nas casas. Estes parasitas, nomeadamente as pulga, colocam 50 ovos por dia. Os ovos caem nos locais onde o animal circula e em poucos dias passam a larvas que se escondem em zonas escuras (pavimentos, rodapés, frestas, gretas, tapetes, alcatifas, cestos ou camas de dormir, cobertores, almofadas, sofás, bancos de automóveis, garagens ou celeiros). Consulte também o ciclo de vida da pulga . Em ambientes com temperaturas entre 20 °C e 27 °C, o desenvolvimento das pulgas é mais rápido. Para desinfestar a casa, o ideal é aplicar um produto indicado para o efeito (lavar e aspirar os locais e objetos) ou contatar uma empresa de desinfestação.

No caso das carraças, atualmente não há produtos no mercado para desinfestar as habitações.

O que é a “doença do mosquito”?

É uma doença que pode ser transmitida por flebótomos, pequenos insetos muito semelhante aos mosquitos, mas muito mais pequenos. Estes insetos são particularmente ativos ao anoitecer e amanhecer e podem transmitir o agente da Leishmaniose ao picarem os cães para se alimentarem do seu sangue.

O tratamento desta doença é complicado e pode não conduzir à “cura definitiva” (possibilidade de recidivas) pelo que se torna muito importante proceder o máximo possível à prevenção.  

Apesar de já existirem vacinas para esta doença recomendamos a prevenção através da aplicação nos cães de produtos antiparasitários com efeito repelente comprovado para flebótomos. Clique aqui para mais informações

O que significa a prevenção?

A maior parte dos desparasitantes no mercado tratam os animais (ou seja, matam as pulgas e carraças) quando estes têm parasitas e também previnem as infestações nos animais. Quer isto dizer, se o animal estiver sempre protegido, será menor a probabilidade de sofrer uma infestação parasitária.

Tenho que desparasitar o meu gato ou cão regularmente se este não sai de casa?

Certamente o seu animal tem um risco menor de exposição a parasitas. No caso dos animais que saem de casa existe um risco de exposição maior. No entanto, é possível que o dono leve pulgas para dentro de casa ou ovos de vermes nos seus sapatos que passam facilmente para o cão ou gato. Portanto, recomendamos que desparasite o seu gato ou cão regularmente contra parasitas externos e internos, consulte por favor “Com que frequência devo desparasitar o meu animal de estimação contra parasitas externos”.

O que devo saber quando viajo para o exterior?

Agora, mais do que nunca, é fácil levar os animais de companhia de férias com a família. Se forem para o estrangeiro, os donos de cães e gatos têm que levar consigo o “passaporte para animais” para poderem viajar com os seus amigos de quatro patas.

No entanto, alguns países têm condições específicas, que convém conhecer antes de viajar com o seu animal, para não ser surpreendido com alguma exigência adicional. Por exemplo a necessidade de estarem identificados com “microchip”, ou a proteção com determinadas vacinas. Países como a Inglaterra exigem ainda comprovativos de desparasitação interna e externa contra carraças com determinados medicamentos.

Em qualquer caso, seja para viajar no nosso país ou para o estrangeiro, os donos dos animais não se devem esquecer de tomar as precauções necessárias para garantir o bem-estar dos seus amigos e a saúde de toda a família.

Carraças, mosquitos ou flebótomos, e outros parasitas externos infelizmente não são só um incómodo pelas picadas que fazem. Podem ser prevalentes nas zonas que vão visitar e podem transmitir doenças infeciosas perigosas inclusive para os donos. Para evitar essa transmissão devem ser tomadas medidas preventivas antes e durante a viagem, como o uso de antiparasitários com atividade repelente nos animais, para diminuir o risco de picadas e consequente transmissão de agentes patogénicos. Só deste modo será possível diminuir o risco de contrair doenças como a Febre da Carraça, Leishmaniose ou Dirofilariose.

Deve-se ter particular atenção aos cachorros, pois o seu sistema imunitário ainda se encontra em desenvolvimento e, como tal, possuem menos defesas para lidar com infeções, e algumas raças, como as de pelo curto, são ainda mais suscetíveis a picadas de insetos.

Os parasitas externos também podem provocar doenças às pessoas?

Sim,  são denominadas zoonoses (doenças transmitidas dos animais ao Homem).

Os cuidados de higiene e a desparasitação regular dos animais, podem reduzir o risco de zoonose ao mínimo. Para mais informações clique aqui.

Os desparasitantes têm efeitos secundários?

Nenhum produto/medicamento está livre de provocar efeitos secundários.

Os desparasitantes atualmente disponíveis têm um perfil de segurança extremamente adequado. Os efeitos secundários dependem de diversos fatores como, entre outros, o estado do animal na altura do tratamento. Os animais jovens e determinadas raças são mais suscetíveis a fazer uma reação após o tratamento. 

Nos animais que não estão habituados a usar coleiras, ocasionalmente, nos primeiros dias após a colocação da coleira, pode observar-se prurido e/ou eritema ligeiros, que normalmente desaparecem podendo ser necessário remover a coleira ou não e colocar um spray antipruriginoso calmante. Assegurar que a coleira depois de ajustada não fica muito apertada. Os gatos são geralmente mais sensíveis às coleiras do que os cães, que estão frequentemente habituados a usar uma coleira com a trela.

Regra geral, deve consultar a secção Advertências especiais ou Reações adversas do Folheto informativo (bula) no interior da embalagem do produto para verificar se algum comportamento do seu animal está previsto e se é transitório. Consulte sempre o seu veterinário.

Porque que é não se deve aplicar os medicamentos de cães em gatos?

Devido à fisiologia particular do gato, que é incapaz de metabolizar certos compostos, há medicamentos veterinários extremamente tóxicos para os gatos podendo mesmo causar a morte. De modo a prevenir a exposição acidental ao medicamento deve-se manter os cães afastados dos gatos após o tratamento até que o local de aplicação esteja seco, no caso de ser em pipeta (por ex.: colocar o produto à noite, separar animais que coabitem durante a noite).  É importante assegurar que os gatos não lambam o local de aplicação de um cão tratado. Se isto acontecer, deve consultar imediatamente o veterinário.

Devo dar banho antes ou depois de aplicar um desparasitante em pipeta?

Regra geral, os produtos mantêm a eficácia se o animal for molhado (banho de chuva ou banho de mar).

Contudo, deve ser evitada a exposição intensa e prolongada à água. Nos casos de exposição frequente à água a duração da eficácia pode ser diminuída e pode ser necessário repetir o tratamento (consulte por favor o Folheto informativo do produto em causa).

Quando for necessário lavar o cão com champô, recomenda-se a lavagem 48 a 72 horas antes da aplicação do medicamento ou então pelo menos duas semanas depois da aplicação, de modo a otimizar a eficácia do produto.

O meu cão ou gato está protegido com um desparasitante mas tem uma ou outra carraça/pulga. O produto já não funciona?

Uma eficácia de 100% não pode ser assumida e atingida em geral e em todas as circunstâncias por nenhum produto. Adicionalmente, quando a biologia (organismos vivos, pressão parasitária e fatores ambientais, condições corporais variáveis dos animais tratados, etc) está envolvida não há 100% de proteção garantida.

É possível encontrar uma pulga, ocorrer a fixação de uma carraça ou uma picada isolada de mosquito no animal, mesmo que o produto tenha uma eficácia muito elevada

É possível que quando as carraças/pulgas são vistas pelo dono, estas tenham sido apanhadas no meio ambiente muito recentemente. Podem aparecer vivas e móveis. Apesar destas carraças estarem prestes a contatar com as substâncias ativas através do contato com o animal tratado e, consequentemente serem repelidas (se o produto tiver efeito repelente) e mortas, o dono deve sempre removê-las.

Mesmo quando o animal está tratado com um produto repelente, quando o número de carraças no animal é muito elevado devido à elevada pressão parasitária no ambiente, algumas podem ser capazes de se fixar. É uma questão de estatística! Geralmente, o número de carraças fixadas vs. o número de carraças repelidas ou mortas com sucesso, é muito baixo. As carraças que foram repelidas ou mortas é que não se veem.

Outros fatores que influenciam: as substâncias ativas são distribuídas através da camada lipídica natural que cobre a pele e o pelo do animal. Quando a pele e o pelo estão secos sem gordura natural, as substâncias ativas não se fixam e podem ser removidas. Pode acontecer especialmente em animais que são banhados ou lavados ou que nadam (muito) frequentemente.

Também (por vezes despercebido) a perda de pelo pode desempenhar um papel importante, por exemplo durante a queda de pelo sazonal, ou em animais que se limpam intensivamente ( nos meses quentes durante de Verão) ou em animais tosquiados. Também aqui as substâncias ativas necessárias para atingir a eficácia, perdem-se com o pelo removido. Este efeito é válido em qualquer produto tópico. Durante as fases de perda de pelo, uma redução transitória de eficácia pode ocorrer até que as substâncias ativas sejam novamente repostas (nova aplicação de pipeta, ou esperar que no caso das coleiras esta atue).

Além disso, os animais com pelo longo têm, em comparação com os animais de pelo curto, uma necessidade maior de substâncias ativas, uma vez que, comparativamente, estas têm de se dispersar por mais pelo para atingir o mesmo nível de proteção. Isto pode resultar num intervalo de tempo até se atingir a eficácia total, dependendo do tempo necessário para distribuir as substâncias ativas completa e uniformemente sobre a superfície total do animal.

Mas as pulgas são difíceis de erradicar…

Mesmo após o tratamento ter sido iniciado, poderão continuar a ocorrer reinfestações resultantes do aparecimento de novas pulgas no ambiente. Assim, no caso dos produtos em pipeta, mais de um tratamento poderá ser necessário, dependendo da intensidade da infestação ambiental por pulgas. Para facilitar a desinfestação ambiental, recomenda-se a utilização adicional de um tratamento ambiental adequado contra as pulgas adultas e seus estadios de desenvolvimento.

Para optimizar o controlo dos problemas de pulgas pode ser necessário o tratamento ambiental com um insecticida adequado, em residências com fortes infestações.

O que é o efeito larvicida?

Quando um animal está infestado com pulgas, só 5% da população total de pulgas (pulgas adultas) vive no hospedeiro, 95% (ovos, larvas e pupas) vivem no ambiente do animal. Além da eficácia adulticida, muitos produtos têm uma eficácia larvicida no ambiente envolvente do animal tratado.

O meu cão ou gato tem carraças. Devo colocar o produto e esperar que atue?

Normalmente, é recomendada a remoção das carraças presentes no cão ou gato antes da aplicação do tratamento.

O que é o efeito repelente e porque é importante?

A actividade repelente (impede a alimentação) contra carraças/mosquitos, previne a ingestão de sangue pelos parasitas repelidos, e deste modo ajuda a reduzir o risco de doenças que estas possam transmitir.

A Bayer recomenda
  • O tratamento/prevenção dos animais de acordo com o descrito na pergunta “Com que frequência devo desparasitar o meu animal de estimação contra parasitas externos”
  • O tratamento dos locais onde o animal circula (zonas quentes e escuras), onde estão as maiores concentrações de ovos e larvas de pulgas
  • O tratamento de todos os animais presentes, porque por ex. as pulgas saltam facilmente
  • Evitar passear os cães em zonas de vegetação intensa
  • Verificar a presença de carraças nomeadamente depois dos passeios no campo, e removê-las mesmo que o animal esteja tratado (não esperar que o produto faça efeito)
  • Se vive numa zona endémica de Leishmaniose (doença do mosquito), deve tomar precauções contra as picadas de flebótomos (usar repelentes de insetos, redes mosquiteiras apropriadas, evitar andar de pele exposta ao anoitecer e amanhecer e desinfestar as instalações). Deve-se especialmente evitar passear os cães ao amanhecer e entardecer pois é a hora de maior atividade dos mosquitos
  • Não aplicar ectoparasiticidas indicados para os cães, nos gatos (exceto se os produtos referirem que não há perigo)
  • Evitar o contato dos seus cães/gatos com animais errantes

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